Giovanni estava na porta de sua residência, no município de Santo Antônio de Jesus (a 185 km de Salvador), quando foi atingido por sete tiros.
A polícia civil do município investiga o crime, cuja motivação pode ter sido por questões políticas. A vítima morava na Rua da Conceição, no bairro do São Benedito, no centro da cidade.
O pastor Lindomar, amigo da vítima, contou que recebeu um telefonema da cunhada de que Giovanni estava conversando com um vizinho, quando um veículo se aproximou e os ocupantes dispararam os tiros. “O pastor Giovanni trabalhava num Centro de Recuperação de drogados em Santo Antônio de Jesus e era uma boa pessoa, que ajudava os necessitados”, contou. Amigos, fiéis e vizinhos da vítima relataram que ele não sofria ameaças e não sabem os motivos do crime.
Em 2011, Giovani foi vice-prefeito de Aurelino Leal, na época em que mataram o então prefeito da cidade, Gilberto Andrade, e foi um dos suspeitos. O pastor foi a júri popular e absolvido pela justiça. Ele estava enquadrado na lei da Ficha Limpa. Giovanni Gagliano pastoreava a Igreja Evangélica da Assembleia de Deus, na Avenida Barros e Almeida.
Informações A Tarde
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